
Hans Castorp
Jovem engenheiro de fala mansa e alma sonolenta, Hans sobe a montanha para uma breve visita e se vê enredado num redemoinho de ideias, febres e filosofias. Entre vapores e vozes, seu espírito se desfaz e se refaz. É o espelho de um mundo em suspensão — ingênuo, observador, confuso, à beira do despertar.

A Montanha Mágica
Thomas Mann nos conduz, em A Montanha Mágica, a um mundo suspenso entre o nevoeiro e a febre, onde Hans Castorp, um jovem aparentemente comum, se perde e se encontra num sanatório que mais parece um espelho do espírito do mundo. Ali, entre silêncios cortantes e vozes infladas de razão e delírio, o tempo se dissolve e a alma balança. Um livro que não se lê impunemente — ele transforma quem ousa escalar sua montanha.














